Vacina, o melhor remédio contra a hepatite B

A hepatite B é considerada um sério problema de saúde pública. Entre a população brasileira há cerca de dois milhões de portadores do vírus da hepatite B e 350 milhões no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS. E o mais grave, o risco de contaminação de mais pessoas com o vírus da hepatite atinge um potencial 20 vezes maior do que o HIV e a doença evolui sem apresentar sintomas em cerca de 80% dos casos. Entretanto, uma pequena parcela pode desenvolver hepatite crônica e agravar para a cirrose e o câncer do fígado.
O vírus da hepatite B é transmitido por meio do sangue e de secreções corporais, como saliva e esperma, por este motivo é considerada uma Doença Sexualmente Transmissível (DST). Existe também outras formas de contágio, como o compartilhamento de seringas, lâminas de barbear ou de depilar, material de manicure, escovas de dentes e agulhas entre usuários de drogas intravenosas, tatuagens e piercings. A hepatite B também é transmitida da mãe infectada para o bebê no momento do parto.
A doença apesar de sua gravidade e rápida propagação pode ser prevenida com uma solução simples: a vacina, o melhor caminho para evitá-la. A vacina, a grande arma contra a enfermidade, está disponível em todo território nacional nos postos de saúde da rede pública. Todo recém-nascido deve tomar a primeira dose da vacina ao nascer e depois as duas doses seguintes até os 20 anos de idade, porque são estes jovens sexualmente ativos os mais atingidos pelo vírus da hepatite B e os que menos se preocupam com a prevenção. Também é indicada para profissionais de saúde, profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, pacientes que fazem hemodiálise, portadores do vírus da hepatite C, portadores do HIV, bombeiros, policiais e hemofílicos.
A doença é silenciosa, mas alguns sintomas a identificam, como cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
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Publicado por Mondarto







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