Paulistanos estão dormindo mal, aponta estudo
O paulistano está dormindo mal. É que aponta um estudo que mapeou a qualidade do sono dos moradores da maior cidade do PaÃs.
Segundo os dados, as pessoas estão dormindo quase meia hora a menos por noite do que há 20 anos. Seu tempo médio na cama, hoje, é de sete horas e meia nos dias úteis e perto de oito horas e meia aos domingos.
A taxa dos que usam drogas para dormir em no mÃnimo três noites por semana subiu de 3,9% para 4,6% no perÃodo. Neste caso, as mulheres são o dobro dos homens.
Acredita-se que os dados são similares em outras para grandes cidades do paÃs.
O estudo mostra que a pessoa tem mais dificuldade em pegar no sono e em mantê-lo. Cresceram as queixas de despertar precoce.
Um dos motivos para a redução do tempo de sono seria a caracterÃstica ‘24h’ que São Paulo possui. A cidade está repleta de atividades sociais e profissionais.
O estudo foi realizado pela Universidade Federal de São Paulo e será publicado na revista “Sleep Medicine“.
No caso do sono perdido, infelizmente, não é possÃvel recuperá-lo. Porém, dormir mais no fim de semana ajuda a compensar, em parte, o deficit, informa o estudo.
Para chegar ao resultado, eles aplicaram questionários que avaliavam as queixas das pessoas em 1987, 1995 e 2007. Em cada etapa, foram ouvidos mil voluntários com idades entre 20 e 80 anos.
Problemas
A falta de sono crônica pode causar graves problemas na saúde do indivÃduo, tais como aumento da irritabilidade, queda na concentração e alterações no metabolismo, maior predisposição à obesidade e ao diabetes.
A pesquisa também constatou um aumento das queixas dos distúrbios de sono em geral, como ronco, insônia, pesadelos, bruxismo e sonambulismo.
Geralmente, problemas como a insônia estão ligados à ansiedade e as pessoas das grandes cidades realmente andam mais estressadas.
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Publicado por Carmem Moraes







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