
Pesquisadores da Georgia Health Sciences University, EUA, descobriram vínculo único entre duas proteínas que permite o funcionamento correto dos sistemas de aprendizado e memória no cérebro.
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Pesquisa promovida pela Universidade de Brasília estuda o desenvolvimento de um novo medicamento para o controle do diabetes tipo 2. O projeto surgiu do doutorado de Angélica Amorim Amato. A tese da professora se propunha a descrever uma nova droga, o GQ-16, para ativar o receptor nuclear PPAR gama: um composto que pode funcionar como modelo de ativação mais seguro para o receptor.
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De acordo com pesquisa da Universidade de Michigan, EUA, conservante comum utilizado em alimentos, conhecido com o nome de nisina, pode diminuir ou eliminar o crescimento de células do câncer de cabeça e pescoço. O estudo foi publicado na revista Cancer Medicine.
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De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, mulheres que abandonam o cigarro antes dos 30 anos de idade possuem 97% menos risco de morte prematura por doenças causadas por este vício.
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Estudo de pesquisadores da Georgia Health Sciences University, EUA, revela que estimulação cerebral magnética pode aliviar sintomas da depressão sem gerar efeitos colaterais como sono ou a falta excessiva deste (efeitos esses observados na utilização de medicamentos antidepressivos).
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Cientistas do Canada descobriram que uma proteína secretada pelo tecido adiposo, chamada pelo nome resistina, é responsável por aumentar os níveis de colesterol “ruim” (lipoproteína de baixa densidade, ou LDL), aumentando também a probabilidade de ser ter doenças cardíacas.
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Institute for Healthcare Informatics identifica seis medidas que podem ser aplicadas para melhorar a utilização de medicamentos e capacitar agentes públicos e privados, levando a uma diminuição com os gastos em saúde pública em US$ 500 bilhões/ano (cerca de 8% das despesas globais). As medidas são expostas no estudo Advancing the Responsible Use of Medicines: Applying Levers for Change.
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A Food and Drug Administration EUA (FDA) aprovou o medicamento Fycompa (perampanel) para o tratamento de crises parciais em doentes com epilepsia, com 12 anos de idade ou mais.
As crises parciais são colocadas com um dos tipos mais comuns de convulsoes em pessoas que sofrem de epilepsia. A epilepsia é uma desordem cerebral onde há atividade anormal ou excessiva de células nervosas, localizadas no cérebro. Crises parciais afetam apenas uma área limitada do cérebro, mas pode se espalhar para outras partes do cérebro.
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