O pavor da adolescência, a acne
Todo ser humano, uns mais tarde outros logo que mudam de faixa etária, apresentam os sintomas da puberdade. Dentre os mais comuns estão a mudança na pele e o aparecimento das famosas acnes ou espinhas.
A acne, doença inflamatória da pele, está associdade à adolescência, com mais frequência, porque é nesta fase que os hormônios sexuais se manifestam. Devido ao aumento da secreção de sebo, pelas glândulas sebáceas, surge o aparecimento de espinhas, bolhas e pontos negros principalmente no rosto, nas costas, no peito e nos ombros, áreas do corpo mais ricas em “gordura”.
A doença pode se apresentar de diversas formas, conforme o grau de inflamação e sua gravidade. A acne de grau um é o “comedão aberto”, o cravo com uma pequena elevação dura de cor preta, devido à oxidação da superfície do sebo. E há o “comedão fechado”, os cravos que formam uma elevação cutânea de cor embranquecida ou amarelada.
A de grau dois, cravos e espinhas menores, que formam pequenas lesões inflamadas e pontos amarelos de pus devido ao bloqueio dos poros. Para estes, os médicos recomendam que não se coçe ou esprema as bolhas, para não provocar o agravamento da infecção e a possibilidade de eternas cicatrizes ou manchas.
O terceiro grau é o mais agressivo, cravos, espinhas pequenas e grandes lesões císticas, com muita inflamação e aspecto desfigurante.
E finalmente, a acne solar caracterizada por atingir o tronco e a face após a exposição intensa destas áreas ao sol. Formam-se bolinhas endurecidas e algumas delas ficam doloridas devido à inflamação. Pode ser evitada com a utilização de filtros solares, aplicados antes e durante a exposição ao sol.
A acne pode ter uma duração prolongada ou não, dependendo do tratamento a ser adotado para cada tipo pele, associando-se a este uma alimentação mais equilibrada e saudável evitando os alimentos gordurosos. O tratamento pode ser com medicamentos de uso local (cremes, gel etc), ou dependendo da intensidade do quadro, podem ser usados remédios via oral, geralmente antibióticos para controlar a infecção, sempre prescritos por um médico dermatologista.
Os cuidados devem ser inciados ao surgirem os primeiros sintomas da doença para que se evite as marcas que esta pode causar, mas deve-se também ter atenção às consequências psicológicas que um rosto cheio de espinhas pode acarretar, principalemente nos adolescentes. Os sintomas mais comuns são a baixa da autoestima, a vergona de se expor e, o mais agravante, um processo de depressão.
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Publicado por Mondarto







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