Número de partos cesarianos aumenta no Brasil
O número de mulheres que optam pela cesariana aumentou na rede privada brasileira.
De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no ano passado, 84,5% dos partos cobertos por planos de saúde foram cesarianos. Em 2004, a taxa era de 79%.
No entanto, SUS (Sistema Único de Saúde) a proporção é menor, caindo para 31%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o número fique no máximo em 15%.
Para tentar reverter esse cenário, a ANS faz campanhas a favor do parto normal. Além disso, passou a usar a taxa de cesarianas como um dos critérios de avaliação da qualidade das operadoras de planos de saúde.
Por que optar pelo parto normal?
A dor do parto traz efeitos benéficos para a saúde da mulher e para o bebê. Quando a paciente opta por dar à luz com anestesia epidural ou por meio da cesária esses efeitos são anulados. As técnicas somente são necessárias em alguns casos.
Um artigo publicado na revista “Evidence Based Midwifery”, referente a um estudo realizado na Universidade de Nottingham, constata que a dor do parto é um rito de transição que ajuda a regular o nascimento da criança.
Segundo os autores da pesquisa, além de contribuir claramente com a fisiologia do parto, a dor ajuda a fortalecer o vínculo entre a mãe e o filho. Também prepara a mulher para as responsabilidades da maternidade. Além disso, durante o parto são liberadas endorfinas, substâncias naturais que causam sensação de prazer e alegria.
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Publicado por Carmem Moraes










[...] são resolvidos judicialmente, por exemplo, o lado a ser operado seria o direito e ao acordar da anestesia o doente verificou que o médico fez a intervenção cirúrgica no lado esquerdo, dentre [...]
[...] também promove desconfortos que não devem ser confundidos com sinais de doenças, já que estar grávida não significa estar doente, ao contrário é sinônimo de saúde e chance de gerar uma vida [...]
[...] A mulher será “acariciada” este ano com a inauguração de quatro maternidades no estado do Rio de Janeiro, uma de alto risco e as outras restantes de baixo risco. A primeira, Hospital da Mulher Heloneida Studart entrará em funcionamento no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. A unidade irá atender mulheres da Baixada Fluminense, onde a população feminina na região corresponde a 53% do total de moradores. As quatro novas unidades terão 397 leitos e irão realizar cerca de 950 mil procedimentos anualmente, sendo 44 mil partos. [...]
[...] Vários fatores que coincidem nesse período podem funcionar como gatilho da depressão masculina. Por exemplo, muitos homens sentem-se inseguros em relação aos cuidados com o bebê e à disponibilidade de tempo necessária para ter uma participação ativa na criação do filho. Outros não conseguem entender as mudanças da mulher em relação à sexualidade e à forma como vê seu corpo na gravidez. [...]