Mulheres com esclerose múltipla estão mais suscetíveis ao divórcio
A esclerose múltipla é uma deonça que, segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, possui mais de um milhão de casos no mundo diagnosticados, dos quais 450 mil destes estão concentrados em países desenvolvidos na Europa. Em Portugal, por exemplo, existem atualmente mais de cinco mil casos de doentes com a enfermidade.
Cerca de 10 a 15% dos doentes seguem um curso mais grave e inexoravelmente progressivo, e em 25% dos casos a progressão é lenta, com sintomas moderados. A doença neurológica crônica é causada por uma degeneração da camada isoladora lipídica de mielina que envolve os axónios neurais que recobrem e isolam as fibras nervosas (estruturas do cérebro pertencentes ao sistema nervoso central.
A doença ocorre com maior incidência nas mulheres e também são elas que a enfrentarão muitas vezes sozinhas, porque logo após a confirmação do diagnóstico da esclerose múltipla as chances de ocorrer uma separação no casamento é de seis vezes mais quando o sexo feminino é o “problema” se comparado com o número de doentes do sexo masculino. A mulher passa por duas situações ao mesmo tempo, primerio descobre que está doente e, em seguida, enfrentará o desfacelamento de seu matrimônio, o dívórico em vias de fato, devido à esclerose múltipla, doença que não escolheu.
O dado é de um estudo elaborado por três instituições americanas que avaliaram os casos de pacietnes com esclerose múltipla. Segundo o trabalho, publicado no jornal intitulado “ Cancer”, as mulheres que possuíam um relacionamento conjugal há mais tempo e tiveram a doença diagnosticada se separam menos de seus conjugês, do que as que estavam casadas por um período menor, ou seja a relação estável torna o casal mais compreensível e amigo, mantendo-o mais firme na hora de enfrentar problemas, como uma doença.
O estudo acompanhou, durante cinco anos, 515 pacientes com diagnóstico de esclerose múltipla.
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Publicado por Mondarto







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