Labirintite: mais de 100 doenças podem acometer o labirinto
Mais de 100 doenças podem acometer o labirinto; algumas comprometem o equilÃbrio; outras também a audição. O labirinto, localizado na parte interna da orelha, detecta a cada instante a posição do corpo e envia sinais à s estruturas cerebrais relacionados ao equilÃbrio. Labirintite, segundo os médicos, é um termo popular que geralmente se refere aos distúrbios relacionados ao nosso equilÃbrio e audição, como tontura, vertigem, zumbido, desequilÃbrio ou várias outras formas de mal-estar. O termo correto é labirintopatia que significa doença do labirinto.
Nosso ouvido possui dois componentes distintos: a códea, ou caracol, que é responsável pela audição, e o vestÃbulo, responsável pelo equilÃbrio. Juntos, códea e vestÃbulo, formam o labirinto. O comprometimento, segundo os médicos, desses componentes, individual ou separadamente, vai provocar os sintomas: vertigem (sensação de que o ambiente está se movendo), desequilÃbrio (dificuldade em equilibrar-se em pé), mareio (desequilÃbrio que pode ser acompanhado por enjoo e sudorese), desfalecimento (escurecimento da vista, com perda de força ou de consciência), inapetência (perda de apetite), astenia (fraqueza), ausência (esquecimento da tarefa que se está executando ou do lugar onde se está).
Como dissemos no inÃcio do texto são várias as causas das doenças labirinticas: alterações bruscas da pressão atmosférica, como no mergulho, nos aviões, nas subidas de serras ou montanhas; nas alterações do metabolismo orgânico, como a hipoglicemia, uremia; na arteroesclerose por falta de irrigação sanguÃnea; em doenças pré-existentes como diabetes, hipertensão, reumatismos; nas doenças próprias do ouvido como as otites; devido a hábitos pouco saudáveis como o excesso de açúcar, cafeÃna, álcool ou drogas; nas infecções por vÃrus ou bactérias devido ao estado toxêmico; nos problemas de coluna cervical, por oclusão da artéria vértebro-basilar e nos problemas de articulação da mandÃbula; estresse, ansiedade e depressão; devido aos traumatismos na cabeça; por utilização de drogas ototóxicas como alguns antibióticos e antiinflamatórios que alteram a função do ouvido; devido aos traumas sonoros por excesso continuado de ruÃdos.
O tratamento das labirintopatias consiste do tratamento do sintoma, ou seja, aliviar a tontura como medicamentos sedativos; da causa que é investigar e tratar o problema que gerou a doença do labirinto e a reabilitação que é um tratamento fisioterápico da tontura; pode ser utilizado com ou sem uso de medicamentos. É possÃvel prevenir o aparecimento das labirintites ou melhorar seus sintomas levando uma vida mais saudável, evitando cigarro, álcool, cafeÃna; alimentar-se de três em três horas, evitando grandes quantidades de comida. O excesso de sal e açúcar não são recomendados; abusar das frutas, legumes e verduras; tomar dois litros de água por dia, pois a maior filtração renal elimina as toxinas acumuladas no organismo; fazer exercÃcios fÃsicos, pois já está comprovado cientificamente que o exercÃcio melhora os nÃveis de colesterol e triglicérides no sangue, diminui o risco de doenças cardÃacas, previne a obesidade e fortalece a musculatura e evita problemas metabólicos e, portanto, a tontura.
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Publicado por Conceicao Costa







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