Hipertensão: um mal que pode ser evitado
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O controle da saúde deve ser uma rotina. Realizar um check-up, ao menos uma vez por ano, pode ajudar na prevenção a várias doenças, principalmente, a hipertensão.
A vida moderna, o acúmulo de tarefas, o corre-corre do dia-a-dia e o sedentarismo são fatores de alto risco para desencadear a doença cardiovascular, principalmente, após os 35 anos de idade. E verificar a pressão arterial para evitar a hipertensão, ou seja, a elevação persistente da pressão a valores iguais ou maiores que 14 por 9, tarefa tão simples, ajuda na preservação e no bom funcionamento de outros órgãos, além do coração. A pressão alta é responsável por danificar aparelhos do corpo humano, como cérebro, rins e olhos.
A hipertensão é uma doença silenciosa, com nenhum ou poucos sintomas aparentes, podendo ser fatal em determinados casos, como o infarto repentino ou o Acidente Vascular Cerebral, AVC. A doença pode atingir a todos os grupos populacionais de diferentes idades e apesar do componente genético, o que eleva ainda mais o risco de desenvolver pressão alta são os hábitos de vida de cada pessoa.
Alguns fatores de risco, como o consumo de grandes quantidades de sal, fumar, o consumo abusivo de bebidas alcoólicas, sobrepeso, obesidade, vida sedentária, aumento do colesterol e diabetes podem ser evitados. A hereditariedade também conta, pais hipertensos contribuem e muito para a possibilidade de filhos também problemáticos.
A adoção de uma rotina saudável ajuda a diminuir as probabilidades da doença. Praticar atividade fÃsica, manter uma alimentação saudável (evitar alimentos gordurosos, ingerir bastante frutas, iogurte e fibras), controlar o peso e evitar o cigarro eliminam os fatores de risco e proporcionam melhor qualidade de vida, bem estar, mais saúde, maior produtividade no trabalho e nas atividades do dia-a-dia.
E, certamente, evitar a hipertensão trará economia considerável para o Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, o descuido com a própria saúde mata 400 mil brasileiros, todos os anos, correspondendo a 40% da população. E o Sistema Único de Saúde gasta, com tratamento de doenças como infarto agudo no miocárdio, derrames, insuficiência renal, insuficiência cardÃaca, cegueira definitiva, abortos, entre outros, cerca de R$ 11 bilhões por ano em internações e cirurgias, por conta de doenças crônicas não transmissÃveis.
A meta da Organização Mundial de Saúde, OMS, é reduzir em 2% ao ano a incidência de doenças crônicas em todo o mundo durante os próximos 10 anos e os brasileiros devem dar a sua contribuição.
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Publicado por Mondarto







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