Doenças sexuais começam cedo entre os brasileiros
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) já atingiram cerca de 13% dos brasileiros com vida sexual ativa. A afirmação é baseada em pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde com cerca de oito mil pessoas, em todo o país, com idade entre 15 e 64 anos. O percentual corresponde a 10,3 milhões de pessoas no Brasil infectadas, sendo deste total 6,6 milhões de homens. E segundo os dados, mesmo sendo maioria e terem apresentado algum sintoma, em torno de 20% do sexo masculino não procura tratamento médico. Dentre os que buscam ajuda, um em cada quatro homens “resolvem seu problema” no balcão da farmácia e não num hospital ou posto de saúde.
Na maioria dos casos, as DST são de tratamento fácil e os cuidados adequados previnem o risco de infecção pelo HIV, já que as doenças transmissíveis podem aumentar em até 18 vezes esse tipo de contminação.
Com o sexo feminino o número é menor, cerca de 11% não buscam tratamento e quase todas que procuram ajuda recorrem à rede de saúde.
A pesquisa também apontou falha em algumas situações entre os pacientes e os médicos, porque mesmo com sintomas, entre as pessoas que procuraram assistência de saúde profissional, só 30% foram orientadas a fazer o teste de HIV e apenas 22,5% o de sífilis. Cabe ao médico, além de indicar o tratamento, orientar e aconselhar o paciente sobre a doença, sugerir a utilização de preservativos, a conversar com seu parceiro e a fazer os testes.
O menor percentual de relatado de pessoas afetadas foi na região Centro-Oeste, onde 12,9% dos homens informaram apresentar pelo menos um sintoma da DST, enquanto que na região Norte, foi quantificado o maior percentual de infecções, em torno de 24% dos homens disseram ter sintomas da doença.
Mediante esta conclusão, o Ministério da Saúde lançou uma campanha indicando formas de comunicar ao parceiro a infecção, sem se identificar, preservando o anonimato. O objetivo da campanha é fazer com que todos se tratem sem estigma ou vergonha.
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Publicado por Mondarto







[...] Os voluntários antes de participarem dos testes foram submetidos a exames laboratoriais para confirmarem que não eram portadores do HIV, foram aconselhados a usarem preservativos e não adotarem comportamento de risco em suas relações sexuais. [...]
[...] gerando conflitos e insegurança. Além do bombardeio dos perigos alardeados pela mídia, como as doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada. [...]
[...] as irmãs não idênticas. Das 56% de mulheres que declararam ter o Ponto G, a maioria era jovem e sexualmente mais ativa do que a média. Por outro lado, em entrevista à BBC, a sexóloga Beverley Whipple, [...]
[...] Mas o problema ainda é a falta de hábito. Há pessoas que, quando bebem, esquecem de colocar o preservativo; outras, com poucos meses de relacionamento sério, já acham que podem descartar a camisinha. A [...]