Cientistas induzem transformação celular
O grande foco da medicina regenerativa tem sido as células-tronco embrionárias humanas, mas seu uso é polêmico e restrito. De um lado parte da sociedade e a igreja condenam as pesquisas com células-tronco; de outro estão os cientistas, incansáveis em descobrir novas formas de tratamento de doenças graves. Agora, uma nova experiência dos cientistas da Universidade de Stantford, na Califórnia, usaram três genes para transformar diretamente células comuns da pele de ratos em neurônios, sem precisar de células-tronco e embriões. Segundo os pesquisadores, em alguns anos a técnica utilizada pode permitir aos cientistas retirarem uma amostra da pele de um paciente e aplicá-la num transplante personalizado para tratar doenças como Parkinson ou mal de Alzheimer, e até mesmo lesões na medula óssea.
A técnica utilizada para a transformação celular chama-se reprogramação genética. Os cientistas introduziram nas células da pele uma combinação de genes que fazem com que elas percam sua especificidade e voltem a funcionar como células pluripotentes, equivalentes à s embrionárias, com capacidade para se difirenciar de qualquer tipo de célula – por exemplo, fibras musculares ou neurônios.
O estudo de Stantford, publicado na revista cientÃfica “Nature“, pula as fases intermediárias, mas não significa, de imediato, que as células embrionárias são desnecessárias. Um desafio da experiência, de acordo com seus pesquisadores, é encontrar o coquetel de transcrição correto para transformar células. Aà é que está o xis do problema, pois náo é tão simples encontrar os genes que dizem à s células o que elas devem ser. A pesquisa ainda não foi realizada em tecido humano. Os cientistas americanos acreditam ser possÃvel programar células comuns para se tornarem outras diferentes. “Induzimos diretamente um tipo de célula (fibroblastos, material jovem do tecido conjuntivo) a se transformar em outro completamente diferente, no caso neurônios. Esses neurônios podem cumprir as principais tarefas de células do cérebro”, concluiu o coordenador do estudo, Marius Wrenig.
1 Comentário
Publicado por Conceicao Costa







[...] a cerca do Ponto G foram completamente errôneas por terem se baseado somente em observações genéticas. Os ginecologistas ingleses procuraram o ponto mÃtico em 1.800 gêmeas idênticas. Um dos [...]