Célula-tronco, a esperança de cura

As pesquisas com células-tronco continuam a desafiar os cientistas de todo o mundo e alimentam as esperanças de tratamentos e possibilidades de cura. É a promessa que começa a se tornar real com a nova descoberta alcançada por um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos. Utilizando versões reprogramadas de células-tronco para simular uma moléstia devastadora do sistema nervoso conseguiram reproduzir a doença e testar remédios contra ela.
A enfermidade estudada, a disautonomia familiar, tem sua causa na troca de uma “letra” química de DNA e provoca aos portadores degeneração dos neurônios sensoriais e autônomos. A doença, considerada grave, acarreta problemas na percepção da dor ou no paladar, na respiração e na digestão e atinge, principalmente, famílias de origem judaica. Os pacientes, em sua maioria, não chegam aos trinta anos de idade.
Os cientistas, pela primeira vez, trabalharam com células de crianças e de adolescentes com a doença, fato que contribuiu para que as células fossem geneticamente idênticas aos neurônios e permitiu estudar com precisão a moléstia e aplicar drogas para combatê-la.
O estudo verificou que os neurônios produzidos pelos pacientes não conseguem assumir sua função correta no sistema nervoso, assim como os neurônios obtidos que também encontram dificuldades de migrar de um lugar para o outro.
Os dados indicam que se somados certos genes a uma célula da pele esta “assume e age” como uma célula-tronco embrionária e não promove sua destruição. E mais, usando outras substâncias foi possível transformar as células em neurônios com a mesma carga genética do paciente, ou seja, as células reprogramadas recebem substâncias especiais e assumem a aparência e a função dos neurônios, justamente o tipo celular afetado pela doença. Os pesquisadores esperam que os neurônios se comportem de forma muito parecida com os neurônios naturais.
No trabalho dos cientistas também foi comprovado que as drogas usadas nas células contra a doença impediram a produção da proteína doente.
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Publicado por Mondarto







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Gostaria de saber como as pesquisas com células tronco ajudariam pessoas em comas? Se há esperanças para pessoas com resultados de eletro-encefalogramas inconclusivos?
olá,tenho uma filha de 1 ano e 4 meses que apresenta coloboma da pupila no olho esquerdo e que também possui uma certa parcela de atrazo neurológico..inclusive foi feito uma Ressonancia magnética há alguns dias atras..Na verdade eu tive uma gravidez muito conturbada e estressante pois me aborreci muito com o pai da criança..meu parto foi cesáriano e ela não foi pra u.t.i e chorou assim que nasceu..eu vim descobrir ja com quando ela estava ja com cinco meses..e queria muito que ela ficasse boa disso.
Gostaria de saber se alguém conhece algum tratamento em qualquer pais para o coloboma de nervo óptico e macula