Câncer está relacionado ao nÃvel de analfabetismo
O câncer é a segunda doença que mais mata no Brasil, já que os males do aparelho circulatório são os principais motivos de óbitos. Entretanto, a população brasileira não está atenta aos cuidados preventivos para evitar o aparecimento ou a evolução de um tumor maligno. E, de acordo com a pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, a população de baixo nÃvel de educação é a com mais chances de contrair câncer.
O estudo, efetuado com 54.367 adultos, residentes em 26 capitais e no Distrito Federal, mostrou que as mulheres e as pessoas com maior escolaridade estão em dia com seus exames.
A pesquisa avaliou a prevenção para três tipos de câncer: pele, mama e colo de útero. No primeiro caso, os entrevistados responderam se usam alguma proteção contra os raios ultravioletas quando se expõem ao sol por mais de 30 minutos, e somente 47,1% disseram que sim.
No total, as mulheres se protegem mais que os homens: 55,5% contra 37,2%. Quanto maior a escolaridade, maior a proteção: entre os que têm até oito anos de estudo, 41,6% evitam os raios ultravioletas; já entre as pessoas que estudaram mais de 12 anos, o percentual passa para 61,3%, sendo que, no caso das mulheres, chega a 73,3%.
Nos cuidados para a prevenção dos cânceres de mama e de colo de útero, as mulheres com idade entre 50 e 69 anos, das 27 cidades estudadas, disseram que realizaram exame de mamografia nos últimos dois anos, correspondendo a 72,2%. Segundo recomendações internacionais, todas as mulheres nessa faixa etária devem se submeter a exames de mamografia pelo menos uma vez a cada dois anos, além do exame anual para mulheres acima de 35 anos que pertençam a grupos de alto risco.
A frequência de mamografia nos últimos dois anos também aumenta com a escolaridade, passando de 67,3% na menor faixa para 88,2% na faixa igual ou maior a 12 anos de estudo.
No exame citológico, popularmente conhecido como papanicolau, que detecta doenças como a infecção pelo HPV, vÃrus que pode desencadear o câncer de colo de útero, os dados revelaram que 81,2% das mulheres passaram pelo preventivo nos últimos três anos. Porém a diferença é grande, dependendo da capital: enquanto, em São Paulo, o Ãndice é de 90,6%, em Maceió fica em 61,1%.
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Publicado por Mondarto







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Pedro:"Cigarro, erva, ácido, vai tudo com uma fcialidade."Sempre tem um babaca otário que fala um monte de outras drogas pra dizer que é experiente.
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