Câmaras de bronzeamento continuam ilegais

Na última semana voltou a valer a lei que torna ilegal as câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos.
As empresas associadas à Associação Brasileira de Bronzeamento Artificial (Abba) não estão mais autorizadas a manter em funcionamento suas câmaras, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conseguiu, junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre (RS), a suspensão da tutela antecipada que permitia a utilização desses equipamentos.
O uso das câmaras de bronzeamento artificial está proibido desde novembro de 2009, por uma resolução da Anvisa. A norma proíbe, além do uso, a importação, o recebimento em doação, o aluguel e a comercialização desses equipamentos.
Porém, a Abba abriu processo judicial contra a Anvisa com o objetivo de garantir a continuidade das atividades econômicas de suas empresas associadas. No último dia 8 de janeiro, a associação conseguiu liminar que autorizava a retomada das atividades.
Em mais um passo desse embate, o desembargador federal Élcio Pinheiro de Castro suspendeu a tutela antecipada concedida, até a decisão final do processo.
Ele afirmou, em trecho da sentença proferida: “A liberdade de trabalho assegurada na Constituição não alcança o oferecimento de bens ou serviços de segurança duvidosa, que, em tese, podem causar prejuízos físicos, devendo, portanto, restar privilegiada a incolumidade dos usuários e consumidores. Desse modo, considerando que a manutenção dos efeitos da decisão ora combatida implica em risco de dano à saúde pública, cabe ser preservada a vigência da proibição determinada pela Resolução 56/09 da Anvisa”.
No início da ação, a Anvisa informou que a medida foi motivada pelo surgimento de novos indícios de agravos à saúde relacionados ao uso das câmaras de bronzeamento.
Um grupo de trabalho da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), noticiou a inclusão da exposição às radiações ultravioleta na lista de práticas e produtos que causam câncer em humanos.
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Publicado por Carmem Moraes







Chega dessa palhaçada da Anvisa e justiça deixem que as pessoas que pagam pelo serviço, que pagam seus impostos decidam se fazem ou não bronzeamento artificial, quem faz bronzeamento não irá para o SUS pedir ajuda do governo se adquirir um cancêr de pele. Chega de autoritarismo da Anvisa. Ou não vivemos numa democracia?