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  • jul

Alcoolismo: a doença da negação

bebida1 Alcoolismo: a doença da negação

Um problema global e de gravidade cada vez mais evidente na sociedade é a dependência a substâncias psicoativas. Milhões de pessoas usam drogas, lícitas ou ilícitas, como álcool, crack, maconha e cocaína, entre outras. Entretanto, a mais difundida, principalmente, entre os jovens, ainda é o álcool, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde.

O alcoolismo é uma doença grave, embora muitos dependentes, seus familiares e a própria sociedade neguem o problema, daí ser conhecida como a “doença da negação”, e requer tratamento especializado.

Em alguns casos, o dependente pode ser acompanhado de forma ambulatorial, ou seja, o tratamento é feito nos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas, os CAPSad. Nestes, são oferecidos, gratuitamente, serviços extra-hospitalares por uma equipe multiprofissional – psicólogo, psiquiatra, assistente social, terapeuta ocupacional, clínico geral, enfermeiro, entre outros profissionais. Mas, há os que o abuso do álcool é tão exagerado que o paciente apresenta perigo iminente de auto-agressão ou de ferir os que o cercam. Para estes, a internação hospitalar é a única forma de recuperação.

A dependência química é também uma doença bastante dispendiosa para o país. Muitos pacientes tornam-se improdutivos e um número significativo desenvolve outras patologias, como doenças neurológicas e psiquiátricas, requerendo assim acompanhamento periódico.

Os gastos na área de saúde pública no Brasil, decorrentes de problemas gerados pelo alcoolismo, são quatro vezes maiores do que o representado por todas as outras drogas, conforme dados do Ministério da Saúde. E, embora o custo relacionado ao abuso de drogas seja elevado, a rede pública disponibiliza tratamento adequado e mantém investimentos altos em campanhas de orientação e prevenção.



10 Comentários Publicado por Mondarto
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10 comentrios su "Alcoolismo: a doença da negação"

  1. [...] autores do novo estudo disseram não recomendar que as mulheres comecem a beber cerveja para fortalecer seus ossos, mas sugeriram que novos estudos sejam feitos com um ingrediente [...]

  2. [...] com pelo menos 50 anos, revelou que 23% dos homens e 9% das mulheres entre 50 e 64 anos ‘encheram o caneco’ no mês [...]

  3. [...] foi a idade com que os jovens começaram a beber, dos entrevistados 22% iniciaram o consumo de bebida alcoólica aos 13 anos de idade e outros mais cedo ainda, 15% aos 11 [...]

  4. [...] é uma xantina ativadora do sistema nervoso central que estimula as atividades cerebrais, causando dependência química. Outra substância encontrada é a feniletilamina, que é bastante similar a uma substância [...]

  5. [...] cientistas americanos, durante seis meses, em usuários da droga. Os testes fizeram com que 38% dos dependentes químicos que receberam a dose da vacina desenvolvessem anticorpos em nível suficiente para bloquear seus [...]

  6. [...] psicológica. Apenas 20% dos pacientes apresentaram dependência grave de nicotina e 30% são dependentes leves ou moderados da [...]

  7. [...] irreversível. Usuários corem risco de derrame, infarto, coma e morte súbita. Se associado ao álcool, o crack gera no organismo uma bomba química chamada cocaetileno, potencialmente fatal. [...]

  8. [...] Sob o título “Vício da Tutela”, o jornal O Globo em recente editorial diz que o alcoolismo não deriva da propaganda, mas de questões educacionais e culturais. O editorial segue dizendo que [...]

  9. [...] As bebidas destiladas são as preferidas destes povos. Os americanos são os que consomem álcool medianamente e os mais moderados são os moradores da França, Itália, Espanha, Suíça e [...]

  10. [...] ainda, que os adultos de 25 a 34 anos (2,1%) e de 35 a 44 anos (2%) são os que mais conduzem após beber, enquanto que, entre os jovens de 18 a 24 anos, esse índice é de 1,8%. [...]


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