Alcoolismo: a doença da negação

Um problema global e de gravidade cada vez mais evidente na sociedade é a dependência a substâncias psicoativas. Milhões de pessoas usam drogas, lícitas ou ilícitas, como álcool, crack, maconha e cocaína, entre outras. Entretanto, a mais difundida, principalmente, entre os jovens, ainda é o álcool, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde.
O alcoolismo é uma doença grave, embora muitos dependentes, seus familiares e a própria sociedade neguem o problema, daí ser conhecida como a “doença da negação”, e requer tratamento especializado.
Em alguns casos, o dependente pode ser acompanhado de forma ambulatorial, ou seja, o tratamento é feito nos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas, os CAPSad. Nestes, são oferecidos, gratuitamente, serviços extra-hospitalares por uma equipe multiprofissional – psicólogo, psiquiatra, assistente social, terapeuta ocupacional, clínico geral, enfermeiro, entre outros profissionais. Mas, há os que o abuso do álcool é tão exagerado que o paciente apresenta perigo iminente de auto-agressão ou de ferir os que o cercam. Para estes, a internação hospitalar é a única forma de recuperação.
A dependência química é também uma doença bastante dispendiosa para o país. Muitos pacientes tornam-se improdutivos e um número significativo desenvolve outras patologias, como doenças neurológicas e psiquiátricas, requerendo assim acompanhamento periódico.
Os gastos na área de saúde pública no Brasil, decorrentes de problemas gerados pelo alcoolismo, são quatro vezes maiores do que o representado por todas as outras drogas, conforme dados do Ministério da Saúde. E, embora o custo relacionado ao abuso de drogas seja elevado, a rede pública disponibiliza tratamento adequado e mantém investimentos altos em campanhas de orientação e prevenção.
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Publicado por Mondarto







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[...] psicológica. Apenas 20% dos pacientes apresentaram dependência grave de nicotina e 30% são dependentes leves ou moderados da [...]
[...] irreversível. Usuários corem risco de derrame, infarto, coma e morte súbita. Se associado ao álcool, o crack gera no organismo uma bomba química chamada cocaetileno, potencialmente fatal. [...]
[...] Sob o título “Vício da Tutela”, o jornal O Globo em recente editorial diz que o alcoolismo não deriva da propaganda, mas de questões educacionais e culturais. O editorial segue dizendo que [...]
[...] As bebidas destiladas são as preferidas destes povos. Os americanos são os que consomem álcool medianamente e os mais moderados são os moradores da França, Itália, Espanha, Suíça e [...]
[...] ainda, que os adultos de 25 a 34 anos (2,1%) e de 35 a 44 anos (2%) são os que mais conduzem após beber, enquanto que, entre os jovens de 18 a 24 anos, esse índice é de 1,8%. [...]